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DICA|NOTÍCIA: Maré baixa do setor





As previsões confirmaram uma redução total do consumo, entre 5% e 7%, percentual abaixo do registrado no fim de 2016. Agora, os números demonstram uma ligeira recuperação. Tudo ainda está muito lento para a indústria cimenteira, que viveu seu período mais exuberante no país, entre 2004 e 2014.  Naquele período, a produção do setor passou de 34 milhões de toneladas para 71 milhões em 2014, além de ter dobrado o número de grupos fabricantes de cimento, que saiu de 12 para os atuais 24. “Tudo alavancado pelo boom da construção pesada e civil”, lembra Camilo Penna, presidente do Sindicato dos Fornecedores da Construção (Snic).  “Nesse período nos dobramos nossa demanda em função da melhora do crédito e da renda, da confiança na economia e dos investimentos do estado em obras de infraestrutura”, comenta. Em 2015, de acordo com ele, começou a queda.  Ele ressalta que diferentemente de outros setores da economia, a indústria do cimento só deve retornar aos níveis anteriores à crise em 2019.